Os preços do petróleo registraram forte queda nesta segunda-feira (23), após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar o adiamento de possíveis ataques contra instalações de energia do Irã. A medida veio após o que o líder classificou como conversas “muito boas e produtivas” com o país do Oriente Médio, sinalizando redução nas tensões internacionais.
Com o anúncio, os principais indicadores do mercado, o Brent e o West Texas Intermediate (WTI), chegaram a registrar perdas superiores a 14% ao longo do dia, fechando cotados a cerca de 96 dólares e 84,37 dólares por barril, respectivamente.
A decisão também impactou os mercados financeiros globais. Bolsas europeias, que operavam em queda, inverteram o sinal e passaram a subir, impulsionadas pelo alívio no cenário geopolítico.
Nas redes sociais, a movimentação gerou questionamentos entre consumidores. Internautas lembraram que, diante de tensões anteriores e expectativa de conflito, houve aumento nos preços dos combustíveis, levantando a dúvida: a redução no petróleo também será repassada?
No entanto, em Remanso, a resposta ainda é negativa. Levantamento atualizado nesta terça-feira (24) aponta que os preços da gasolina seguem inalterados em relação ao dia anterior, mesmo após a queda expressiva no mercado internacional.
Atualmente, o litro do combustível varia entre R$ 7,39 e R$ 7,83 no município:
- R$ 7,69 – Posto Performance (saída para Casa Nova)
- R$ 7,69 – Posto BRB (Quadra 12)
- R$ 7,69 – Velho Chico (Av. Piauí)
- R$ 7,69 – Grande Rio (Av. Piauí)
- R$ 7,70 – Posto Brito (saída para Casa Nova)
- R$ 7,83 – Posto Talismã (Av. Eunápio Peltier de Queiroz)
Especialistas explicam que, apesar da forte queda no petróleo, os efeitos não são imediatos nas bombas. Fatores como o valor do dólar, custos logísticos, impostos e a política de preços das distribuidoras influenciam diretamente no preço final ao consumidor.
A expectativa agora é se a tendência de baixa no mercado internacional será suficiente para provocar reduções nas próximas semanas. Enquanto isso, em Remanso, o cenário segue de estabilidade — e de combustível caro para os motoristas.



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